'' Aborto não é questão de sáude pública, porque uma criança não
é uma doença''.
é uma doença''.
Não é questão de moralismo, mas se pensarmos não será difícil perceber o motivo de haver casos de aborto. A gravidez indesejada é fruto de uma vida sem regra, lasciva, suja, irresponsável, onde o maior valor é não ter valor, e o que deveria ter maior valor, que é a criança, é descartada como se fosse lixo.
O aborto é crime. Matar é crime. A legislação permite em alguns casos, como estupro ou risco para a mãe. Ainda que seja estupro, é um ato criminoso matar uma criança, já que o culpado é o estuprador, mas como a lei permite, resta-nos cumprir. No caso de risco para a mãe, dever-se-ia escolher quem tem maior chance de sobrevivência. Se a criança tem maior chance, a mãe deve morrer. Se a mãe tem maior chance, a criança morre.
Aborto não é questão de saúde pública como a casta política tem afirmado. O aborto é questão de segurança pública. Quando uma mulher pratica o aborto deveria ser presa e exposta a imagens de fetos abortados para ter idéia do que fez. O feminismo "moderno" insiste em que a mulher tem direitos sobre o corpo. Que tem, não há discussão. O problema começa quando esse direito de viver como bem se quer interfere na vida da criança que toda essa liberdade gerou. A mulher tem todo o direito de fazer o que quiser com seu corpo, dá-lo, vendê-lo e até alugá-lo. Porém, sobre o feto ela não tem direito algum.
''Se fosse Para existir o aborto nem Deus Tinha Nascido''.




